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Entrevista para Santa Catarina com o reporter Guilherme Nossol



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A nova da Record

A mil com as comédias “A vida após o Casamento” e “Parem o mundo que eu quero descer”, que saiu de cena no último dia 11, a atriz Cláudia Cozzella, de Curitiba, conseguiu sossegar no feriadão. A convite da amiga Denise Tureck, Cláudia passou o último final de semana na Pousada das Araucárias, em Rio Negrinho, onde descansou a mente enquanto arquiteta seus projetos para 2008. A artista está escalada para o elenco de “Entre pousos e decolagens”, nova novela da Record, que tem estréia prevista para maio/junho do ano que vem. Cláudia viverá a aeromoça Geni, a mais malvada e espalhafatosa de um grupo de cinco ou seis comissárias. “Era tudo que eu queria!”, diverte-se ela, que também acaba de ser chamada para uma participação no anárquico Pânico na TV, na RedeTV!

Nascida em São Paulo e residindo há 20 anos em Curitiba, Cláudia começou no teatro aos 13 anos. Fez comerciais e desfiles, cursou Jornalismo, Música e Direito, até sacar que seu lugar era mesmo no palco. Criou a Companhia Tok de Arte, composta por seis atores, e passa 24 horas por dia pensando em atuar. “Arte pra mim é vida. Acho que teatro não é brincadeira!”, diz a morena, que teve uma motivação a mais ao criar a Tok de Arte: dar oportunidade a quem precisa. “Tem muito ator bom por aí parado”, coloca. Além dela, hoje “curitibana de coração”, já saíram da capital paranaense nomes como Luiz Mello, Letícia Sabatella, Herson Capri e a queridinha da Globo Marjorie Estiano. E Cláudia acha que é só o começo.

Os mil projetos de Cláudia

Com a peça “A Vida após o casamento”, Cláudia e sua trupe conseguiram a façanha de atrair 2.500 pessoas em 16 dias de apresentação, entre junho e julho desse ano, no teatro Barracão em Cena. Um recorde para Curitiba. A atriz orgulha-se por ter trazido um público que não vai ao teatro, e tudo graças à divulgação em massa. Lotou a casa até mesmo no domingo em que teve jogo entre Brasil e Argentina. Os quatro atores irão agora levar a peça a Maringá, São Paulo e Porto Alegre. O próximo passo – e disso Cozzella não abre mão – será apresentar “A Vida...” em Rio Negrinho, num futuro próximo. A peça também estará em cartaz durante o Festival de Teatro de Curitiba, de 20 a 30 de março do ano que vem.

Cláudia ainda está escalada para o elenco da peça “Um ateu zoneando o paraíso”,de Carlos Corde, ao lado de Osmar Prado, Alexandro Palermo, Nelson Freitas e Mariana Stein. O trabalho estréia ano que vem, no Rio de Janeiro, cidade para onde Cláudia muda-se em breve. O autor e diretor da Tok de Arte, Diego Gianni, já está de malas prontas para lá.

Já tendo feito trabalhos para TV Cultural, canal Futura e rodado vários filmes, entre eles o curta “Alma Lavada”, com Regina Vogue, no qual ganhou prêmio de melhor atriz em 2005, Cláudia faz a linha popular. No final das apresentações, sua diversão é ir para o meio da platéia, distribuir sorrisos, autógrafos e posar para fotos. Perdeu a conta de quantos presentes já ganhou. “Artista sem aplauso, sem público, não é nada”, defende.

GUILHERME NOSSOL/JP

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